Viagem Medieval

Sinopse: O Festim do Justiceiro

Esta peça teatral com um cariz cómico, conta uma história que nos remonta para os hábitos peculiares e extravagantes do rei D. Pedro I, a quem chamavam entre outros “O Justiceiro”. Certo dia El-rei resolve visitar terras mais longínquas do seu do reino e põe-se a caminho com o seu séquito, representado por soldados, nobres, bobos, pajens e serviçais. Depois de muito andar, eis que decide parar em Terras de Santa Maria. De imediato, os bobos anunciam a sua chegada com instrumentos de percussão e El-rei dá ordens para que se faça um festim, chamando todos os habitantes desta terra, desde nobres, alcaides, clérigos, artesãos, soldados e a tão conhecida plebe. Perante a multidão que chega ainda incrédula por ver o seu rei, D. Pedro ordena: “Que comece o festim!”. Do seio do seu séquito surge comida e bebida e, num ápice, todos começam a dançar, envolvidos num clima de alegria e boa disposição. Ainda que a festa estivesse para durar, é rapidamente interrompida pela denúncia de um caso de adultério. A acusação parte de dois frades que encontraram uma fidalga de idade avançada com um pajem num clima menos próprio. Perante tal cenário, D. Pedro, aclamado como “O Justiceiro”, resolve fazer um julgamento ali, mesmo, em praça pública. Os prevaricadores são levados diante do rei que, no seu discurso acusatório, impregnado pela sua gaguez, julga-os e dá o veredicto final: a fidalga é mandada limpar a esterqueira da igreja durante o resto da sua vida e o pajem é mandado castrar. Ao ouvir a sentença, o pajem esgueira-se e consegue fugir dos guardas a sete léguas para não perder o seu “abono de família”. Mal D. Pedro acaba de dar o veredicto final, eis que surge um goliardo e, por rivalidade, faz uma segunda acusação, desta vez aos frades por cometerem o mesmo pecado. O goliardo, no seu discurso cómico e satírico, provoca um confronto físico com os frades. Ao assistir a tal barracada, D. Pedro manda açoitar os frades. Depois desta feita, o rei ordena o fim do festim, emergindo o seu lado sádico e cruel e ordena ao seu séquito para abalar para outras paragens.

Sinopse: O Mercador do Ouro Branco

Reza a história que durante o reinado de D. Afonso IV o sal foi um grande impulsionador da economia nacional, chegando mesmo a ser considerado – O Ouro Branco. É através da riqueza deste elemento que pretendemos criar um espetáculo de animação circulante. O cenário contém uma carroça com um mastro, em que estarão expostos peixes de bacalhau e sacos de sal. Com a carroça seguirá o mercador e os seus criados a vender o sal e os bacalhaus. Tudo correrá bem quando, de repente, vão surgir dois ladrões do meio da multidão que roubam o sal. Perante tal azáfama os soldados serão alertados e tentarão apanhar os ladrões com êxito, aplicando-lhes os devidos castigos. É evocado o rei D. Afonso IV, como um rei muito rígido e austero. O seu reinado é caraterizado por um ambiente muito controlado, onde as leis impostas se faziam respeitar. Este episódio termina quando o mercador decide partir para tentar vender a preciosa mercadoria que transporta num outro lugar.

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